O Jornal Na Pauta vem acompanhando a denúncia, assinada pelo jornalista Marcelo Cerqueira de Almeida, contra a então Corregedora da Guarda Municipal de Maricá DANIELLY ROZA LEITE NUNES. As imagens a seguir, foram feitas na praia, numa sequencia de horários, provados através de fotos e vídeos, que descartar, qualquer caminho, para inverter o ocorrido.
A ex – corregedora da GM de Maricá, foi flagrada, de folga, no lazer, com a viatura oficial da GM. Acima vamos lembrar da reportagem, que apresentou provas indiscutíveis e vergonhosas, inclusive, além de transgredir, coloca a entidade numa exposição, imperdoável, oposta aos costumes e princípios legais. O que de forma nenhuma, pode se imaginar, que a citada funcionária pública, depois de ser punida com 5 (cinco) dias e afastada do cargo, possa ter conseguido de algum jeito, reverter o caso e ainda sair beneficiada.
A imoralidade (qualidade do que é imoral, que não tem disciplina) tem início, no dia 16 de julho de 2024, ou seja, 11 dias após ter sido punida, absurdamente a funcionária foi nomeada, em outro cargo de comissão na SEOP. Um indiscutível afronto a normalidade, um desrespeito aos Guardas Municipais, que possuem fichas limpas (O que lhes habilitam, também a serem contemplados com cargos comissionados, que além de status, os salários são maiores) e ratifica as acusações, que a GM de Maricá, é gerenciada por uma “panelinha” criada pelo CORONEL PM DA ATIVA JULIO CESAR VERAS VIEIRA.

Depois de ser mantida na panelinha, através da portaria n° 060/2024 de 12 de setembro de 2024, o Corregedor da GM de Maricá Ricardo Vianna Batista, estranhamente, determina o desarquivamento, alegando uma análise. A pergunta que fica no ar é, qual o fundamento, que impulsionou o referido desarquivamento, mediante as provas indiscutíveis que foram apresentadas ???

Na sequência, o mesmo Corregedor Ricardo Viana Batista, através da portaria n° 084/2024 de 02 de dezembro de 2024, determina o arquivamento do processo.



De posse dos documentos, fomos procurar o SEOP, fizemos perguntas, como sempre, mirando correr da verdade e/ou sei lá o que, o CORONEL PM DA ATIVA JULIO CESAR VERAS VIEIRA respondeu VERGONHOSAMENTE, faltando com a verdade, onde diz que “a servidora não ocupa qualquer cargo de confiança”, o que é inadmissível, para um oficial superior da POLICIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, onde temos a certeza, que na ESCOLA SUPERIOR DE POLÍCIA MILITAR, não ensina oficiais a participarem de fatos, como esses que aqui estamos apresentando, que sem dúvida envergonha a POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, que foi criada para servir, proteger, com decência e respeito a população, que nesta história prova, voltamos a dizer, que os princípios de moralidade e legalidade, foram literalmente esquecidos, principalmente quando a resposta, vem incompleta e com mentiras, como é o caso.

O jornalista Marcelo Cerqueira de Almeida é o responsável da apuração, fez um vídeo sobre o assunto.