Maricá vive uma realidade sombria que paralisa seus moradores. Entre denúncias teatrais de políticos locais, que em sua maioria, não são feitas, investigações jornalísticas e operações policiais, a cidade mostra-se refém do crime organizado, enquanto as autoridades parecem ouvir apenas o “Canto da Sereia” de discursos que ignoram a urgência da população.
Enquanto Maricá sofre com a criminalidade, os fiscais das leis concentram suas ações em cidades vizinhas, como Saquarema, realizando operações de grande repercussão e desviando atenção do município, onde o problemas são urgentes. Essa omissão em Maricá cria um ambiente propício para que desvios milionários ocorram e que facções criminosas operem sem qualquer restrição. A Circulação de Políticos entre Facções. O Deputado Estadual Filippe Poubel detalhou como Washington Quaquá, ex-prefeito da cidade, circulava por áreas controladas pelo Comando Vermelho durante campanhas eleitorais, buscando apoio político. Deputado Filipe Poubel apresentou foto do Ex prefeito Fabiano Horta, com a Ex-esposa a deputada estadual Rosângela Zeidan, fazendo sinais com as mãos que remetem à facção criminosa (Foto da Manchete) além de registros de Diego Zeidan defendendo indivíduos como MC Poze do Rodo, segundo a Polícia Civil, ligados ao crime organizado. Essas evidências reforçam a percepção de proximidade e conivência com atividades criminosas. O vereador Ricardinho Netuno falou na Câmara Municipal, a existência de uma quadrilha atuando em Maricá, responsável pelo desvio de milhões de reais do erário público. Segundo ele, essas operações são sistemáticas e envolvem políticos, fiscais da lei e facções criminosas, colocando a população em constante estado de medo.
O histórico de denúncias do prefeito da Capital Eduardo Paes, é conhecido por todos, alinhadíssimo com ao ex – governador Sergio Cabral, condenado à 400 anos de prisão, campeão de corrupção, livre dentro de seu apartamento, desmascarado pelo Marcinho PV, um dos líderes da facção criminosa comando vermelho “CV”, em uma entrevista cedida para a TV Record, feita dentro da cadeia, em detalhes no vídeo, façam suas conclusões.



O caso do deputado Thiego Raimundo dos Santos Silva, o TH Joias, ilustra o nível de penetração do crime organizado no poder político. Preso por lavagem de dinheiro para o Comando Vermelho, TH Joias utilizava seu mandato para intermediar negócios ilegais, envolvendo drogas, armas e equipamentos anti-drones destinados a comunidades controladas pelo crime. A operação que levou à sua prisão revelou a complexidade da rede criminosa, que envolve políticos, assessores e facções.
O prefeito Quá Quá, nomeou secretários e vários aliados (cabos eleitorais) de fora da cidade, com intuito de eleger Diego Zeidan a Deputado Federal e depois a prefeito de Maricá, deixando de lado, o trato que tinha com o vereador Aldair da Linda, de apoiar sua pré candidatura a prefeito em 2028.
A insistência de Quá Quá, com Eduardo Paes, nunca foi atoa, sempre mirada as ligações nas áreas contaminadas pelo tráfico, aonde as pessoas votam com medo, só não enxerga quem não quiser, isso foi confirmado, com a eleição de Quá Quá a Deputado Federal, quem tiver dúvida, pesquise, aonde foram os votos que o elegeu Quá Quá, inclusive, proporcionou uma viagem a CUBA, aos cabos eleitorais das áreas contaminadas. O prefeito mantém uma postura conivente, permitindo que o crime organizado atue livremente, consolidando o controle sobre a cidade. Em outubro depois de eleito, falou que bandido iria para vala e Maricá não teria áreas dominadas e bandidos armados, o que já vamos para 1 ano do anúncios e nada aconteceu.
“O assunto está parado no Conselho Superior do Ministério Público, onde ocorreu um erro na distribuição, será avaliado de forma correta, como pode um vereador dizer que tem ATOS ESCUSOS, colocando a esposa do prefeito no meio e não ser denunciado e investigado, servindo apenas de um vídeo, mirado em obter cliques na internet, como parte do sistema de enganação, que a população vem sofrendo, e pior, nem mesmo teve reação do marido e prefeito na época Fabiano Horta, tudo teatro.” Dispara Marcelo Cerqueira.

Fica difícil de contar o número de vezes, que o Vereador Ricardinho Netuno, diz que vai denunciar e/ou denunciou no MPRJ, mas, quando alguém lhe pede o protocolo “CABEÇA DE BACALHAU”, além de não aparecer, o vereador bloqueia a pessoa, em suas redes sociais. Contra o vereador foram feitas denúncias com fortes indícios de crimes, desde que se tornou um aliado de Aldair, dito pelo próprio vereador Ricardinho Netuno, sua permanência como vereador, continua pelo fato do presidente da câmara ALDAIR DA LINDA, manter os pedidos de IMPEACHMENT nas gavetas, tem uma que é beijo na cueca, feita por 5 vereadores. As denúncias contra o vereador Ricardinho Netuno, tanto no MPRJ, como na 82ª DP, segundo o jornalista Marcelo Cerqueira, foram para os mesmo destinos, que as denúncias contra o presidente da Câmara Municipal ALDAIR DA LINDA, campeão de denúncias não investigadas, nas gavetas, sumidas e arquivadas de formas questionáveis.
A Omissão dos Fiscais das Leis, o jornalista Marcelo Cerqueira documentou falhas graves e sistemáticas na atuação das autoridades. Ele mostrou que documentos cruciais de investigações desaparecem misteriosamente, comprometendo ações da DRACO e de outras delegacias. Cerqueira também evidenciou vazamentos de informações sigilosas e a omissão de fiscais da lei em Maricá, permitindo que criminosos atuem livremente, enquanto cidades vizinhas recebem atenção prioritária das autoridades.
População Refém: Quando se analisa todos esses elementos, falas do vereador Ricardinho Netuno, do Deputado Estadual Filipe Poubel (PL), denúncias e reportagens feitas pelo jornalista Marcelo Cerqueira, operações policiais e prisões de políticos, como a do ex – deputado estadual TH Joias, o quadro é aterrador. Maricá está sob domínio do crime, com desvios milionários e facções operando livremente, enquanto os fiscais das leis ignoram a cidade. Moradores relatam medo constante, inseguranças em bairros e escolas, uma sensação de abandono total por parte das autoridades. O “Canto da Sereia” das versões oficiais contrasta com a realidade das ruas. Enquanto discursos políticos tentam minimizar ou ocultar os problemas, famílias vivem apavoradas, sabendo que as leis não as protegem, agravado pelo silêncio da grande imprensa, que parece estar encantada pelo “CANTO DA’SEREIA”.
Conclusão: Maricá se tornou um símbolo de impunidade, descaso e corrupção institucional. Entre conivências, omissões e falhas sistêmicas, a criminalidade prospera, desviando milhões e aterrorizando cidadãos. As denúncias são públicas, os indícios são claros, mas as autoridades continuam distantes da realidade. Enquanto a cidade estiver acima da lei, a população seguirá refém do crime organizado.
Organograma da Quadrilha e Rede de Conivência em Maricá
[Washington Quaquá -Prefeito]
├─> [Diego Zeidan – Filho] (Apoio simbólico a facção)
├─> [Defesa de de MC Poze do Rodo (Proteção a criminosos)
└─> Influência política sobre [Fabiano Horta – Ex prefeito]
[Fabiano Horta – Ex – prefeito]
├─> Conivência com facções
├─> Omissão dos fiscais da lei em Maricá
└─> Controle sobre desvios milionários
[TH Joias – Deputado Estadual]
├─> Lavagem de dinheiro para o Comando Vermelho
├─> Intermediação de compra/venda de drogas e armas
└─> Assessores e criminosos ligados à facção (ex: Índio do Lixão)
[Facções Criminosas]
├─> Comando Vermelho
└─> Controle de territórios, operações de tráfico, influência sobre políticos
[Fiscais da Lei]
├─> Concentram ações em cidades vizinhas (ex: Saquarema)
└─> Omissão em Maricá
[Vereador Ricardinho Netuno]
└─> Falas duvidosas de denúncias públicas sobre quadrilha e desvios milionários, protegido por setores públicos e pelo presidente Aldair da Linda.
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